terça-feira, 30 de maio de 2017

Como já devem ter percebido,…


…não há nada neste blog que não tenha a ver com o projecto para o qual ele foi criado, à excepção da homenagem a Chris Cornell (D.E.P.) e a Paul Simon por aquilo que está a fazer neste seu último álbum e digressão.
Não é minha intenção pôr por aqui textos, sejam eles completamente aparvalhados, opinativos, divulgadores ou sejam lá o que forem (como fazia na minha extinta barraca, onde punha O Que Me Dava Na Telha).
No entanto, depois de ver o Prós e Contras de ontem resolvi pôr aqui algumas considerações acerca da música Portuguesa, da música feita em Portugal, da música que se ouve em Portugal.

Toda a minha vida ouvi música Portuguesa, a par com o que se fazia lá por fora. Tenho vagas recordações de ter os meus 3 ou 4 anos e andar a cantar num inglês assolapado as musicas da minha banda preferida à altura, os Beatles.

Lembro-me do meu irmão, 18 anos mais velho que eu chegar a casa com discos de Led Zeppelin, Deep Purple, Whitesnake, Pink Floyd e passar dias a pôr os discos no gira-discos e beber aquilo tudo.

Lembro-me dos discos da Amália (que ainda tenho) e do Paco Bandeira, do Fernando Tordo, do Paulo de Carvalho, do Quarteto 1111, dos discos de música clássica que ouvia em "repeat".

Lembro-me do boom do rock Português, que foi quase uma obra do Sr. Júlio Isidro, do Rui Veloso, dos UHF, dos Taxi, dos GNR, dos Rádio Macau, os Xutos & Pontapes…

No meio disto tudo havia sempre aquela história de ouvir um disco e dizer, de caras, mesmo que não se conhecesse o artista e este estivesse a cantar noutra língua, que o disco era Português. Fruto talvez das limitadas tecnologias da época, mas era uma realidade. Felizmente hoje em dia já não é assim, e aquilo que se vai gravando por cá está ao mesmo nível daquilo que se faz lá fora, o que melhora muito a experiência auditiva.

Sendo eu bastante ecléctico em termos de gostos musicais, a verdade é que me liguei mais ao rock, nas suas diversas vertentes, desde o rock´n´roll até géneros mais agressivos, e à música clássica, simplesmente porque eram as músicas que mais frequentemente me tocavam a alma. Mas isto quer dizer que as minhas referências se centravam lá fora e sempre achei que faltava “aquele” bocadinho à música Portuguesa para poder sair de cá. Ninguém lá fora estava curioso por ouvir bandas clones de Whitesnake a cantar numa língua desconhecida  quando havia uns Whitesnake. Éramos auto-limitados porque queríamos concorrer com o que de melhor se fazia lá fora nos termos deles. Basicamente, além da língua, e muitas vezes nem isso, éramos bandas de um mercado pequenino que não tinham condições mínimas para se afirmar no mundo. As excepções (a maior das quais a Amália, sem dúvida) reforçavam apenas o que eu pensava.

Ainda assim, havia uma outra cultura, havia menos eventos, e quando havia um concerto de uma banda, por norma, as casas enchiam.

Hoje há excesso de oferta e pouca apetência das gerações mais novas que se dividem em múltiplos eventos todos os dias.

Em meados da década de 90, quando comecei a tocar em bares, era normal uma banda levar um cachet de 60 contos (para os mais distraídos ou novos, €300) para tocar num bar, e já era negociado com a inclusão de jantares e bebidas. Se não houvesse jantares e bebidas o cachet aumentava. Hoje, passados 20 anos, um cachet destes para uma banda de bares é quase uma miragem, com as casas a pagar entre os €200 e os €250, quando oferecem tanto. E bandas de originais? Bem essas tocam de borla, ou quase, porque quando uma banda de originais vai a um bar, este fica às moscas! É sobretudo por isto que não toco mais ao vivo. 
No principio dos XXL Blues fomos tocar a um bar onde nos ofereceram €100 de cachet. Aceitamos porque precisávamos de rodar a banda ao vivo e porque o dono da casa não sabia como a coisa ia correr. Aparentemente correu bem e falaram de novo connosco para lá ir, e, contra a minha vontade, o resto do pessoal aceitou voltar lá mais uma vez pêlos mesmos €100. E fomos, correu bem e à terceira vez que fomos contactados para lá voltar eu disse logo que sim, mas dependia do cachet. Ofereceram os 100, eu pedi 200. Insistiram nos 100, eu pedi 250. Não voltamos lá. E não estamos a falar de uma casa vazia, às moscas, estamos a falar de uma casa onde o álcool corria como o leite e mel na terra prometida e que estava tão apinhada de gente que tinha a cara de um gajo a dez centímetros do meu microfone. Quando alguém saltava, todos saltavam. Ou seja, há aqui também uma grande dose de oportunismo por parte dos donos dos bares com música ao vivo e uma degradação do papel do músico.
Cada vez que vou tocar tenho que deslocar o meu amplificador, que é uma torradeira a válvulas que custou €1300, tenho de levar duas guitarras, cada uma delas a valer mais de €600, mais processadores de efeitos, cabos, colunas, microfones e subo para o palco com 30 anos de estudo do instrumento às costas. Por norma saio de casa ao principio da tarde e chego a casa no raiar da aurora. Aparentemente tudo isto vale apenas €20 para a maioria dos donos dos bares. Só para pôr a coisa em perspectiva, uma única válvula danificada custa dois cachets destes. Os €20 não pagam as cordas para as duas guitarras. Se tirarmos o jantar aos €20 sobra o quê? Vale a pena ir tocar nestas condições?

Perdeu-se a cultura de descobrir algo novo. Mas muitas vezes também tem a ver com o público alvo…

…um bar de rock que quer pôr música ao vivo sabe que a maior parte do seu público não será jovem. Porem bandas a tocar durante a semana a começar à meia-noite ou 1 da manhã (hey!) faz com que o bar esteja vazio. Mas, se calhar, só se calhar, se estes bares pusessem as bandas a tocar às 21:30 tinham casa cheia. Há uma enorme diferença entre sair a uma quarta-feira, depois do jantar, ir beber um café e uns digestivos com os amigos e curtir um show de rock, voltar para casa por volta das 23:00 e ir trabalhar no dia a seguir, a sair de um bar às 3 da manhã (hey!) para acordar às seis, ir pôr miúdos à escola e zarpar para o trabalho.

Talvez estes concertos a horas mais decentes até abrissem mais as portas a bandas originais e se fizesse ouvir, ao vivo, muita coisa interessante que é feita por cá mas que não chega a ouvidos de gente.

Hoje em dia já nenhum músico está interessado em editar CD´s. Já ninguém os ouve e qualquer dia são objectos de culto, como os vinis. Qualquer pessoa põe as suas musicas em canais de distribuição digital gratuitamente, e as pessoas podem até comprar faixa a faixa, em vez de um álbum inteiro. Antigamente os concertos serviam para promover os CD´s, hoje um CD serve para promover concertos junto da geração que contrata os artistas e que ainda está muito apegada ao objecto físico. Daqui a uns anos o suporte físico tornar-se-á irrelevante e para os músicos sobrarão as vendas digitais e os concertos ao vivo. Mas nem todos conseguem alcançar o sucesso, independentemente da qualidade que têm. Normalmente porque não são ouvidos…

Surpreende-me, pois, ver esta onda que se forma à volta do Salvador. Acho que a ele, conhecendo certamente esta realidade tão bem, ou se calhar até melhor que eu, também se surpreende.
Podem vir programas de televisão com debates falar disto e daquilo, mas o panorama não se vai alterar e quando passar esta euforia, ninguém se vai lembrar disto. A RTP, a SIC e a TVI enchem as tardes de fim-de-semana com artistas de qualidade duvidosa (porque há qualidade em todos os géneros musicais, mas também há emplastros) que lá estão porque alguém recebe uns euros (tanto quando me foi dado a saber, cerca de €75, mas já deve ter subido a tarifa entretanto) para os pôr lá, e eles pagam de bom grado porque é com essas aparições que apanham os bailaricos nas aldeias, nas festas de Verão. Depois há um outro circuito, para artistas mais consagrados e com cachets decentes, onde é difícil entrar. E depois…

…depois há gajos que gostam mesmo da música, que já perderam as esperanças de serem “rock stars” e que já não estão para se chatear e que podiam combinar uma noite de copos com os amigos num bar qualquer…

…mas que preferem combinar uma noite de copos no estúdio e aproveitam para tocar o que lhes apetece, que tocam ao vivo quando calha, porque as perspectivas são raras ou inexistentes e que sabem que, apesar da euforia momentânea, nada vai mudar, porque as rádios pequenas passam música pimba portuguesa, e as grandes passam musica pimba estrangeira…

quinta-feira, 25 de maio de 2017

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os CD´s...

...já estão encomendados, devem cá estar algures durante a semana que vêm (o que é pena, porque como vou fazer som sexta e sábado a outras bandas que não me querem deixar estar de pantufas em casa, era uma boa oportunidade de levar já alguns comigo para quem quisesse...), e é agora que as coisas mudam!

(mas só ligeiramente)

A partir de agora prefiro que quem queira o CD faça o donativo directamente à UNICEF.
Se preferirem não o fazer (por exemplo porque é mais pratico do que fazer as duas transferências - uma para a UNICEF e outra com o valor dos portes para mim) poderão continuar a fazer as transferências para mim e eu, com alguma periodicidade ou quando houver valores acumulados que o justifiquem, farei a doação, dando conta disso aqui no blog.
No entanto prefiro que as transferências sejam feitas para a UNICEF, enviando-me apenas comprvativo e o valor dos portes. E por duas razões:

1ª - Não restam dúvidas de para onde o dinheiro foi

2ª - Sou preguiçoso

Pronto, esta segunda é perfeitamente dispensável! É mais a primeira mesmo!

Bem, e agora temos de arranjar uma campanha! Há (pouco menos de) 440 CD´s para despachar...

Abraços e beijos, respectivamente e acompanhados de uma enorme gratidão, a todos

C.N.Gil

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Terra de ninguém

Como sempre, se gostarem, partilhem :)

...e finalmente...

...segue hoje a encomenda dos CD´s. Os ficheiros  de imagem das capas estão a ser avaliados para ver se é necessária alguma alteração e, caso não seja, a imagem do CD audio segue mais logo.

Quer isto dizer que, se tudo correr bem, durante a próxima semana devo começar a enviá-los.

Para já, um cheirinho dos grafismos.

Espero que gostem :)



sábado, 20 de maio de 2017

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Aproveito ainda...

Para vos informar que outro dos musicos ligados a este projecto estará tambem hoje em palco, no bar "let's rock" em Azeitão com a unica banda de covers que ainda me dou ao trabalho de ir ouvir, os Nuggyland.



Ah, e já agora, bom fim-de-semana :)

Hoje à noite...

...na quinta do Marialva, em Corroios, a propósito do aniversário do Motoclube de Corroios estará a actuar o grupo Haja Rock, do qual faz parte um músico que subirá para palco com este projecto (se este projecto chegar um dia a subir a um palco).

Quem quiser ir beber umas fresquinhas e regalar os olhos com uns motões, num âmbiente familiar e salutar, bem pode lá ir ver os moços, que tocam umas velharias engraçadas (AC/DC, Deep Purple, Led Zeppelin e outras coisas afins)

quinta-feira, 18 de maio de 2017

R.I.P. Chris Cornel

Vi os Soundgarden ao vivo em meados da década de noventa.
Os Audioslave foram uma pedrada no charco.
A voz dele era inconfundível. Um dos melhores vocalistas da sua geração! Um grande músico!

Que descanse em paz!


terça-feira, 16 de maio de 2017

Por acaso...

...já repararam no que é que está ali no cimo da barra lateral? Não? Mas deviam...

Até digo mais, deviam partilhar, porque na partilha é que está o ganho!

:)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Após...

...as músicas começarem a rodar pelo mundo (literalmente), e uma vez que não há orçamentos para videoclips (não há orçamento, actores, locais, ideias, jeito... hehehe), vou fazer alguns vídeos com as letras.

Espero que apreciem e partilhem, se assim o entenderem

Abraço a todos


A Linha que Deus fez


quarta-feira, 10 de maio de 2017

NOVIDADES! (assim mesmo em letra grande!)

O álbum está concluído (finalmente)!

O alinhamento das músicas está feito!

Logo, caso o tempo e o estado do tempo o permitam (ambos os dois em conjunto um com o outro) irei aos correios ver as opções e custos de envio.
Seguidamente, começarei a entrar em contacto com quem já fez os pedidos.

Um bem-haja a todos

C.N.Gil

terça-feira, 9 de maio de 2017

Novidades fixes

Apenas para informar que logo que o CD esteja disponível, pode ser adquirido directamente na Escola/loja de instrumentos musicais HM (Haja Musica), perto das piscinas da Cruz de Pau, Amora.

Também estará disponível na "Timekeepers Academy" nas Paivas, igualmente na Amora.

Em ambos os casos bastará apresentar o comprovativo de uma doação à UNICEF, ou entregar o valor a doar integralmente à posteriori, para levantar o CD (dá-se preferência à primeira opção).

Um enorme bem-haja, João Lourenço (HM) e David (Timekeepers Academy) pela vossa disponibilidade e boa vontade.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Às vezes

Às vezes és uma ideia que passa por entre laivos de luz
Às vezes és uma rua cheia de pessoas entregues a si
Às vezes pegas-me pela mão,
És tu quem me conduz
Às vezes largas-me e afastas-te de mim

Nem sempre estou assim tão perto de ti
Nem sempre tão longe
Que precises de gritar por mim
Nem sempre te amo
Nem sempre te quero
Nem sempre preciso de ti
Nem sempre eu choro
Mas hoje eu choro por ti

Às vezes só queria o teu abraço
Às vezes só queria deitar-me no teu regaço
Às vezes só queria olhar nos teus olhos
E descobrir neles minh’alma
A minha vida
Meus sonhos

Nem sempre estou disposto
A ouvir da tua boca
Palavras cruéis que magoam
Nem sempre eu posso
Deixar-me ao abandono
Enquanto as palavras

Soam

Pois é…



…precisava de um fim-de-semana para descansar deste fim-de-semana!

Estive desde as 17:30 de sexta até à meia-noite de ontem a aproveitar cada pedacinho de tempo disponível para trabalhar nas músicas. Felizmente, acho que as gravações que fiz, junto com o Pedro Ferreira, na passada quinta-feira, arrumaram esse capítulo. Mas ainda fiz algumas alterações estruturais a alguns temas o que levou a ter de regravar guitarras, baixo, …
Pelo caminho, a vida que tem horários e se impõem e ainda tirar algum tempo para assistir ao lançamento do excelente livro de Eufrásio Filipe (avaliando pelo pouco que li hoje nos transportes e pelo que acompanhei no lançamento) que serviu ainda para dar um abraço ao Paulo Afonso Ramos e sua esposa, Ana Cintrão, responsáveis da editora e a quem já não via há um ou dois anos, e ainda uma breve visita à feira medieval de Corroios - lá passava eu a oportunidade de ir beber um Hidromel -

Estou positivamente de rastos e tenho de esperar pelo menos dois ou três dias até ouvir novamente este trabalho todo e decidir se fecho aqui ou faço mais alguma alteração.

Mas, há aquele cansaço que nos arrasta e esgota e há aquele que nos faz sentir bem. Sinto as músicas cada vez mais próximas daquilo que soam na minha cabeça e sinto um novo propósito nelas, que vai muito além de mim, e isso faz-me sentir que o cansaço não importa.

Peço desculpa por não vos dar mais atenção nas caixas de comentários, mas o tempo não tem mesmo chegado para tudo.

Obrigado a todos e um bem-haja

C.N.Gil

sábado, 6 de maio de 2017

A capa escolhida


Isabel Pires


O meu obrigado a todos os que participaram, quer enviando imagens, quer votando, ora no título, ora na imagem.


(...sim ainda estou agarrado às músicas e acho que não me devo deitar tão cedo...
...bem, quer dizer...
...de madrugada é cedo, não é? )

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Update num dia de Orgulho para os Mexicanos

Ora então pois, mais uma noite no estúdio, desta vez acompanhado pelo Pedro Ferreira (o meu irmão de outra mãe).

Mais segundas vozes gravadas, mais pormenores anotados, mais revisões a fazer...

...mais um fim-de-semana sem tempo para grande coisa...

...mas cada vez mais próximo do fim, com metade das músicas dada como finalizada ontem!

Bastante cansaço acumulado, bastante trabalho pela frente, mas um sorriso nos lábios :)

Um bem-haja a todos.

Beijos e abraços respectivamente

C. N. Gil

quarta-feira, 3 de maio de 2017

As capas formatadas

Ora cá estão as capas alinhadas e formatadas, já com logótipo. Os logótipos estão a Branco, excepto quando isso não é possível.


1.
Beijo Molhado
2.
Noname
3.
C.N.Gil
4.
Beijo Molhado
5.
Noname
6.
Noname
7.
Noname
8.
Noname
9.
C.N.Gil
10.
C.N.Gil
11.
Isabel Pires
12.
Isabel Pires
13.
Isabel Pires
14.
Isabel Pires
15.
C.N.Gil (composição de fotos de Isabel Pires)
16.
Isabel Pires
17.
C.N.Gil
18.
Noname
19.
Ana Freire
20.
Impontual
21.
Ana Freire

terça-feira, 2 de maio de 2017

Update 2-05-2017

Bom dia :)

Ora então, após um fim-de-semana comprido, mas que foi demasiado curto para tudo o que eu planeava, já temos logótipo escolhido.

Tal como foi dito, abrem agora as votações para a capa.

A Isabel Pires sugeriu-me que deveria voltar a postar todas as imagens já com o logótipo definido, algo com que eu concordei...
...mas não tenho todas as imagens sem logótipo, por isso peço a quem enviou imagens já com "lettering" incluído para enviar sem o "lettering" ou, em alternativa incluir o "lettering" correcto, sendo que o tipo de fonte se chama, apropriadamente "war is over"!
Se não conseguirem encontrar a fonte, digam, que eu envio.

Assim sendo as votações abrem, para já, com as imagens tal como estavam.

Durante o fim-de-semana continuei de volta das músicas e posso afirmar que, neste momento estão certamente mais de 99% acabadas. Faltam alguns pormenores, já coisas de perfeccionismo (absurdo, porque daqui a dez anos ainda vou estar a encontrar "aquele" pormenor que devia ter feito assim em vez de assado).
Depois de amanhã, 5ª feira, estarei no estúdio com um par de orelhas emprestadas, Amigo de escola, companheiro de bandas há quase 30 anos, guitarrista extraórdinário, o Guitarrista de Nuggyland (excepcional banda de covers), Fokker e XXL Blues, Internacionalmente conhecido como D-Void, membro dos RE: Aktor que tiveram edição mundial do seu album "Zero Order" pela editora Alemã Century Media, tendo feito a tour Europeia como apoio aos monstros sagrados "Exodus" (eu sei, neste momento estou a descrever o funcionamento dos lagares de azeite... LOL), conhecido por cá como Pedro Ferreira, ou "Pimenta", Ou "Peper", ou "Especiaria" conforme dá mais jeito.
Vai-me emprestar as excelentes orelhas dele para ouvir aquilo que os meus já não ouvem por habituação.

Se tudo correr bem, no próximo fim-de-semana fecharei o álbum e começarei a entrar em contacto com quem já fez os pedidos.

Ah, e já agora, a primeira fase fechou. Os 60 CD´s estão alcançados, pelo que podemos mandar fazer os 500.

Muito, muito obrigado a todos

Dentro de minutos estarão abertas as votações para a capa :)